Ciranda
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Depoimentos sobre a Ciranda

DEPOIMENTOS

O que famílias e moradores contam

Experiências reais de quem passou pela Ciranda — moradores, hóspedes e famílias.

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6

anos de portas abertas

+180

famílias atendidas

4,9

média de satisfação

3

reconhecimentos em hospitalidade

DEPOIMENTOS

O que as pessoas dizem

MF

Maria das Flores Cavalcante

Olinda — PE

Minha mãe passou nove dias na Ciranda no mês passado enquanto eu estava resolvendo uma situação em São Paulo. Eu entrei em contato já sem muita antecedência e eles organizaram tudo em dois dias. O que me impressionou foi ela me ligar na segunda noite falando sobre a música do dia anterior. Ela não fala de comida, não fala de quarto — fala da música. Isso diz muita coisa.

Junho de 2025

RA

Roberto Albuquerque

Boa Viagem, Recife — PE

Meu pai tem 78 anos e foi convidado por um vizinho que já participava das Tardes de Música há alguns meses. Ele foi na primeira tarde sem muita vontade — voltou cantarolando. Agora vai toda semana e já conhece o nome do músico, dos outros participantes, da cozinheira. Pra mim, isso vale mais do que qualquer programa de atividades que ele já tentou antes.

Julho de 2025

CS

Conceição Santos

Santo Amaro, Recife — PE

Fiz a estadia de nove dias para conhecer antes de considerar algo mais longo. A comida é boa de verdade — não de uma forma genérica, mas tem sabor de casa mesmo. A equipe é atenciosa e não exagerada. A única coisa que levei um tempo para me acostumar foi o barulho do bairro nas manhãs, mas aí eu entendi que era o mercado abrindo e virou parte do ritmo.

Junho de 2025

LN

Lúcia Nascimento

Caruaru — PE

Sou moradora há oito meses. O que me fez ficar — além do quarto bem ventilado e da cozinha com gosto de nordeste — foi que quem me apresentou à casa foi a Dona Tereza, uma moradora que já estava aqui há mais de um ano. Ela me mostrou os cantos, me apresentou todo mundo. Não foi uma recepção de hotel. Foi uma apresentação entre iguais. Isso faz toda a diferença quando você chega em um lugar novo na nossa idade.

Julho de 2025

JP

Jorge Pereira

Filho de moradora — Natal, RN

Moro em Natal e minha mãe ficou na Ciranda durante o mês em que precisei resolver o inventário do meu pai no Recife. Visito ela lá toda semana agora — sem agendamento, sem horário fixo, entro pela cozinha mesmo. A Sofia me apresentou a equipe toda no primeiro dia. É raro isso: a gente saber quem cuida de quem a gente ama de verdade.

Junho de 2025

BM

Beatriz Melo

Recife Antigo — PE

Participo das tardes de música desde março. Moro a três quarteirões daqui e ia toda semana caminhando — agora às vezes me demoram mais, mas é porque a conversa depois do café sempre se estende. O songbook que eles fizeram é um mimo: letra grande, letras das músicas e uma foto antiga do bairro na capa. Guardei o meu.

Julho de 2025

HISTÓRIAS

Três trajetos na Ciranda

HISTÓRIA 01

Dona Tereza, 81 anos — morou por mais de um ano

O ponto de partida

Viúva há dois anos, Dona Tereza morava sozinha em um apartamento no Recife Antigo. A família notou que ela estava saindo cada vez menos e que as refeições tinham ficado irregulares.

O caminho

Começou pelas Tardes de Música — ia às quintas por dois meses. Depois fez a estadia de nove dias para "experimentar o quarto". Ficou. Apresentou a próxima moradora ela mesma, com orgulho.

Hoje

Participa de todas as atividades da semana. Tem uma mesa de preferência na sala de jantar e é ela quem escolhe a música na tarde de quinta, quando não tem músico ao vivo.

"Eu não entrei num lar. Eu entrei numa casa. Tem diferença."

— Dona Tereza

HISTÓRIA 02

Família Rodrigues — estadia em situação de urgência

O ponto de partida

A mãe de Carla precisava de um lugar com dois dias de antecedência enquanto ela resolvia uma cirurgia em São Paulo. Todos os hotéis pareciam impessoais demais para uma senhora de 76 anos.

O caminho

A Ciranda organizou o quarto em 48 horas. A mãe de Carla participou das refeições, das tardes e de um passeio ao cais. Recebeu a nota escrita dos dias quando saiu.

Hoje

Carla ligou um mês depois para perguntar sobre o programa mensal. A mãe pediu para voltar.

"Recebi a nota descrevendo os dias. Ela foi ouvida e bem tratada. Isso não tem preço."

— Carla Rodrigues, filha

HISTÓRIA 03

Seu Antônio, 74 anos — participante das tardes há 14 meses

O ponto de partida

Aposentado, mora sozinho a quatro quarteirões da Ciranda. Sua filha procurava uma atividade regular para ele que não fosse ginástica ou curso de computador.

O caminho

Foi à primeira tarde a convite de um vizinho. Voltou na semana seguinte sem que ninguém lembrasse. Depois de três meses, começou a trazer um amigo.

Hoje

Frequenta há 14 meses. Já sugeriu músicas que entraram no songbook. Diz que as tardes de quinta são o melhor dia da semana.

"É o jeito que a gente precisava de se reencontrar — com música, com café e sem pressa."

— Seu Antônio

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Telefone

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Seg–Sex 8h–18h · Sáb 9h–13h

E-mail

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Rua do Bom Jesus 187, Recife Antigo

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